RIPA NA CHULIPA
Daqui a pouco a Copa estará no Brasil . Quatro anos passam muito rápido. Brinquei outro dia que a “jabulani” deveria se chamar aqui “jabaculê”, de tanta malandragem , coisas erradas e jeitinho de última hora que vamos ter, principalmente pelas gordas comissões e propinas que vão enriquecer muita gente.
Mas agora, falando sério, queria que a Adidas, a dona da bola, prestasse uma homenagem a um dos maiores comunicadores esportivos que o Brasil já teve. Falo do Osmar Santos. Minha sugestão é que a bola da nossa Copa se chamasse ‘ GORDUCHINHA”. Ripa na chulipa e pimba na gorduchinha. Só ele mesmo para inventar um refrão como esse. Na tradução literal isso significava : pancada na bunda e chute na bola. “É fogo no boné do guarda “ ele gritava quando havia perigo na área. Fantástico. Seria uma homenagem merecida. Fica aqui o registro da idéia.
Já que estamos dando nome aos bois, muita gente me tem escrito sobre o nome do futuro estádio do Corinthians ( não me venham os adversários dizer que estou sonhando acordado). A maioria fala em Fielzão. legal. os aumentativos estão na moda. Bezerrão, Mineirão, Castelão; Fielzão é mais lógico. Mas o amigo Zizzo me fala em Castelo de Jorge, muito legal, lembrando o santo e a fé do corintiano e a imponência de um castelo. Gostei.
Já sei que vem por aí um monte de comentários desairosos dos adversários. Mas já aviso : Marginalzão não, porque o primeiro campo do São Paulo foi na marginal. “Campo dos Mano”, também não, porque o mano maior foi para a seleção. Centenada muito menos, porque centenada é piada velha, além do que centenada é a mãe. Estão avisados ? Se vierem com gracinha, ripa na chulipa !

