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Frases e curiosidades

Não se tem dúvidas de que 80% das medalhas de natação e atletismo nos J.O. de Montreal tiveram esteróides anabólicos.

Bill Shirley, no Los Angeles Time,
após pesquisas, em 1976.

Preciso mudar de médico.

Frank Shorter, fundista americano que não se dopava, após sua derrota nos J.O. de Montreal em 1976.

O doping de futebolistas de alto nível já é usual em meu país.

Dr. Vam Rompou, médico da seleção holandesa, em 1976.

Doping é uma coisa que a gente toma aos 40, para se sentir como se tivesse 20 e depois ter um cansaço de quem tem 80.

Zizinho, ex-jogador da seleção brasileira, em 1984.

Nove resultados positivos nos J.O. de Los Angeles, nunca foram tornados públicos.Não sei por que.

Don Colin, americano, diretor do Laboratório Olímpico e Diretor da Faculdade de Farmácia da Universidade da Califórnia, em 1984.

Seis em cada dez no atletismo usam esteróides anabólicos.

Daley Thompson, campeão inglês do decatlo, em 1987.

Suas dores eram abomináveis.

Médicos da U.T.I. do Hospital de Mayence, na Alemanha, que assistiram a morte de Birgit Dressel, em 1987.

Usei doping várias vezes e isso é uma prática comum no futebol alemão.

Harald Schumacher, ex-goleiro da seleção alemã, em seu livro Anpfiff, editado em 1987.

De setembro de 84 a fevereiro de 88 eu consumi heroína quase que diariamente.

Bernard Boileau, ex-tenista belga, em 1988.

Ele foi em direção a uma riqueza fácil, com as bênçãos e os anabolizantes de um poder complacente.

Antonio Carlos Magalhães, político brasileiro, em 1988, atacando um adversário político em 1988, aproveitando-se da palavra anabolizante que dominava na época o noticiário esportivo.

A Federação italiana fornece esteróides aos seus atletas.

Pietro Puia, corredor italiano, em 1989.

Eu era forçada a tomar 12 comprimidos por dia.

Cristiane Kcnake, campeã mundial nado borboleta, na Alemanha, em 1989.

Depois que passei a usar anabolizantes, passei a ter problemas psíquicos, envelhecimento rápido, queda de cabelos, ressecamento dos pés e sérios problemas ginecológicos.

Diane Willians, atleta americana, em 1989.

O doping é a praga dos esportes.

Sebastian Coe, inglês, ex-bicampeão olímpico dos 1500m, comentando sobre o caso Bem Johnson, em 1989.

Todos sabiam que Maradona era assim. Posso enumerar outros jogadores de outras cidades, que também usam drogas.

Nello Polese, prefeito de Nápoles, quando Maradona foi acusado de doping jogando pelo Napoli, em 1991.

Eu recebia injeções e ficava agressiva comigo e com os outros.

Karen Konig, atleta da ex-Alemanha Oriental, bicampeã européia de natação, em 1984.

Não o crucifiquem. A um enfermo não se mata, mas se ajuda a levantar.

Carlos Menem, então Presidente da Argentina, na repercussão do doping de Maradona, em 1991.

Comecei a tomar anabolizantes em 1969 e nunca mais parei. Eles me faziam jogar melhor. 99% dos atletas estão nessa.

Lyle Martin, astro do futebol americano, do Denver Broncos, em 1992, pouco antes de sua morte por câncer cerebral.

Naturalmente que me dopava desde 1979. Não me arrependo de nada.

Ilona Slupianek, ex-arremessadora de peso, alemã, em 1993.

Quem se dopa tem que ser suspenso por oito anos ou pelo resto da vida.

Lindford Christie, velocista inglês, líder de campanhas contra o doping, em 1997.

Ben Johnson deveria ser proibido de entrar nos Estádios.

Idem.

Não me importava se os medicamentos figuravam na lista de dopantes, desde que os atletas ficassem em forma. Quando o time se classificava, isso significava entrada de dinheiro para o clube e para os jogadores.

Dr. Dick Oosthoek, médico do FC Twente, da 1a. divisão holandesa, que chegou à final da UEFA em 1973. Declaração dada em 1998.

Um atleta que não usa nada é como um fusquinha competindo com um fórmula 1.

Enzo Perondini, fisiculturista brasileiro com câncer hepático, em 1998.

Quando ouço o slogan Esporte é Saúde, morro de dar risadas.

Idem.

O que é preciso é ganhar a todo custo. Não interessa se o atleta prejudica a saúde.

Dr. Andréas Melnik, ucraniano que se dedicava à medicina esportiva na União Soviética, em 1988.

Os únicos atletas pegos no antidoping são os que não dispõem de recursos farmacológicos adequados.

Dr. James Puffer, ex-médico do Comitê Olímpico americano, em 1999.

Patrocinadores não gostam de ver suas marcas associadas a escândalos. Por isso, sempre que pode o Comitê Olímpico evita o escândalo.

John Leonard, técnico da seleção americana de natação, em 1999.

Meu advogado será o Dr. Johnnie Cochran Jr. que se tornou famoso por conseguir a absolvição de O.J. Simpson no julgamento pela morte de sua mulher.

Cottrel J. Hunter, atleta americano acusado pelo uso de anabolizantes, em 2000.

A permissão para Sotomayor competir me atingiu como um chute no estômago.

Arne Ljungqvist, vice-presidente da FIAA, depois que o saltador cubano foi absolvido do doping de cocaína após um ano de suspensão para competir nos J.O. de Sydney, em 2000.

Atlanta foi o paraíso das drogas.

Dr. Wade Exum, médico do Comitê Olímpico Americano, responsável pelos exames anti-doping da equipe, acusando acobertamento de resultados, em 2000.

Não falo nada.

Manfred Ewald, ex-dirigente da Federação de Esportes da antiga Alemanha Oriental, de 1961 a 1988 em seu julgamento em Berlim, da acusação de ser o mentor do doping generalizado em seu país. Julgamento em 2000.

Dopar-se para obter ouro, numa cultura massiva do esporte em torno do uso ilícito das drogas por conselhos de altos dirigentes.

Werner Reidner, ex-atleta australiano, em seu livro Positive, lançado no ano 2000.

Nós, americanos, vivemos sob as mesmas regras que os demais e é preciso fazer tudo certo antes de dizer aos outros o que fazer.

Robert Ctvrtlik, ex-campeão olímpico de vôlei, membro do COI após saber da grande quantidade de americanos acusados de doping nos J.O. de Sydney, em 2000.

Durante seis anos não me dei conta que estavam me dando esteróides, daqueles que se dá legalmente aos cavalos, até perceberem que eram fortes demais, mesmo para os animais.

John McEnroe, um dos maiores tenistas de todos os tempos, ao jornal The Daily Telegraph, de Sydney, em janeiro de 2004.

O senhor Conte está disposto a revelar tudo que sabe sobre dirigentes, técnico e atletas, com o objetivo de limpar a Olimpíada. Em troca, pede que não seja forçado a se declarar culpado por lavagem de dinheiro.

Robert Holley, advogado de Victor Conte, dono da Balco, empresa que produzia o THG, anabolizante não detectado nos exames, em carta ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, em junho de 2004.

30% dos adolescentes que jogam nas divisões de base do futebol argentino consomem drogas, do álcool, à maconha e cocaína.

Jorge Rocco, psicólogo esportivo que atuou no San Lorenzo de Almagro, em julho de 2004.

Quem acredita que as provas de Atenas estão livres do doping é ingênuo. Eu já nadei contra atletas que estavam dopados.

Ian Thorpe, “o torpedo” australiano, em agosto/2004, num programa de TV da Austrália.

Eu era como um ratinho branco. Me ofereciam muitas coisas para testar quais faziam melhor efeito.

Kelli White, velocista americana, suspensa por 2 anos por uso de THG, EPO e Modafinil, também envolvida no escândalo dos Laboratórios Balco, em março de 2004.

Eu apóio os organizadores da Volta da França porque eles têm a coragem para se livrar dos trapaceiros.

Em julho de 2007, NICOLAS SARKOZI, presidente da França, após saber de algumas suspensões e exclusão de atleta na Volta da França.

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